quinta-feira, 2 de junho de 2011

"Não sei como certos políticos convivem com suas mulheres.Pois raposa com galinha não dá certo."

"Os pobres que os políticos mais ajudam são eles próprios."

"Não tenho gordura acumulada.Tenho sim é reserva de energia."

Líder do PT diz que oposição precisa de antidepressivo

Ai Jesus,dai vergonha na cara pra mais esse também!

Maior problema do País é ter pobreza crônica, diz Dilma

Não é.Nosso maior problema  é ter políticos como ela e outros ,que não investiram e não investem como deveriam em educação de qualidade.Não basta criar universidades se a base é ruim.Ninguém sai da miséria com paliativos.Temos mais de 30 milhões de analfabetos funcionais,até onde essa gente irá na vida?
Respondo: na fila do bolsa -família.

"Antigamente nos roubavam silenciosamente, às escuras.Hoje pedem até que deixemos as luzes acessas."

Conta outra

Entre outras pérolas, Palocci se saiu com esta, diante dos senadores do PT: “Teve mês que fiz vinte palestras...” Seguiram-se narizes torcidos, testas franzidas a gente engasgada. Nem Dilma levou a sério.
CH

A saudade mata a gente

Lula levou os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil) e Franklin Martins (Comunicação) na visita ao ditador substituto de Cuba, Raúl Castro.
CH

Esse papo vai longe

Afonso Arinos era chanceler de Jânio Quadros, em 1961, quando avisou a um jornalista que o entrevistava que estava de saída. Ia a um despacho com o presidente. O repórter pediu carona e acabou na ante-sala de Jânio. No despacho, Arinos relatou o que se passava e o presidente mandou chamar o repórter, que – claro – tinha perguntas a fazer. Jânio condicionou:
- Fê-las por escrito?
- Fi-las, presidente – respondeu, estendendo-lhe o papel.
- Formas oblíquas! – observou Jânio – Aprecia-as?
- Aprecio-as, presidente...
Afonso Arinos percebeu que uma longa conversa se iniciara e foi embora.

"Quanto mais pó o povo alucinado usa,mais cedo para o pó eterno vai."

"Será o puxa-saquismo uma doença contagiosa?Pelo aumento do rebanho de terneiros deduzo que sim."

Último pedido

Um velho cubano estava nas últimas num hospital em Porto Alegre. Pediu o médico qual era o seu último pedido. Disse que desejava beijar a bandeira de Cuba.Saíram então em busca do lábaro cubano.Mas era madrugada e nada de encontrar.Foi quando o médico lembrou que havia uma enfermeira no hospital com a bandeira de Cuba tatuada na bunda.Levaram ela até o quarto, e ele pôde então encher de beijos a bandeira tatuada na bunda morena da enfermeira.
-Satisfeito?-perguntou a moça.
O doente, com um fino de voz respondeu.
-No estou.Vira que ahora quiere dar un beso a Fidel.

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