quinta-feira, 17 de novembro de 2011

BBB político

Já é possível fazer um BBB só com ministros caídos durante o governo Dilma. Seria sem dúvida uma mar de abobrinhas.

Cabeça quente


“Nossa luta tem que remontar o passado. Nas duas vezes em que houve lutas moralistas contra a corrupção deu no Jânio e no Collor, um renunciou e o outro sofreu impeachment.”

José Dirceu, ainda em liberdade, sem explicar se Jânio Quadros e Fernando Collor perderam o emprego porque eram corruptos ou porque lutaram contra a corrupção, mostrando que o cérebro está meio dilma com a aproximação do julgamento do mensalão pelo Supremo.
Sanatório Geral

Já que todos mentem...


“Não mentem todo o dia aí? Tanto governador, executivo… Não mentem todo dia? E ele vai ser cassado porque mentiu? Mentiu o quê? Ele disse que foi lá e pegou um avião que era da campanha do companheiro Jackson Lago. É isso. Se for por causa de mentira, não fica ninguém.”

Manoel Dias, secretário-geral do PDT, sobre o ministro Carlos Lupi, ao endossar a tese segundo o país iria parecer um deserto se todos os mentirosos saíssem de cena ao mesmo tempo, fingindo ignorar que continuarão existindo milhões de brasileiros dispostos a enquadrar os assassinos da verdade.
Sanatório Geral

"Uma nova categoria de especialistas está surgindo: os pós-graduados em maconha."

"Tempos ruins.A dignidade anda de cabeça baixa."

"Tem gente que para ficar na mídia passa batom no rego e chama um fotógrafo."(Climério)

Apelidos

A turma dos apelidos – a mesma que tascou um “Rolando Silva” quando Orlando Silva ficou mais para lá do que para cá – só tem se referido ao ministro do Trabalho como “Lupinóquio”.

Na porta do carrasco


Carlos Lupi balança forte, mas ainda não foi chamado para uma conversa com Gilberto Carvalho, que é a senha para a demissão. Ele é uma espécie de carcereiro que dá o aviso da degola aos que receberam pena de morte.
Por Lauro Jardim

Dançarinos

A pirotécnica “Força Nacional de Segurança” fez lembrar ao jornalista Arael Costa, professor da UFPb, a adesão de uma tropa de cavaleiros gaúchos ao “movimento pela legalidade” chefiado pelo governador Leonel Brizola. Após ordenar sua incorporação à Brigada Militar, Brizola indagou ao líder: - Então, sua tropa é mesmo boa de briga?
- Bom – respondeu o homem – de briga não sei, não. Mas de dança, tchê...

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