terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Título politicamente correto

Olha só o que virou, na mão da Editora Globo, e depois do politicamente correto...
a sacanagem maior é que até contaram o final..
 

ATHEUS.NET

O perigo de encontrar velhos amigos

“Outro dia estava no mercado quando vi no final do corredor um amigo da época da escola, que não encontrava há séculos. Feliz com o reencontro me aproximei já falando alto:
- Oswaldo, sua bichona! Quanto tempo!!!!
E fui com a mão estendida para cumprimentá-lo. Percebi que o Oswaldo me reconheceu, mas antes mesmo que pudesse chegar perto dele só vi o meu braço sendo algemado.
- Você vai pra delegacia! – Disse o policial que costuma frequentar o mercado.
Eu sem entender nada perguntei:
- Mas o que que eu fiz?
- HOMOFOBIA! Bichona é pejorativo, o correto seria chamá-lo de grande homosexual.
Nessa hora, antes mesmo de eu me defender, o Oswaldo interferiu tentando argumentar:
- Que isso doutor, o quatro-olhos aí é meu amigo antigo de escola, a gente se chama assim na camaradagem mesmo!!
- Ah, então você estudou vários anos com ele e sempre se trataram assim?
- Isso doutor, é coisa de criança!
E nessa hora o policial já emendou a outra ponta da algema no Oswaldo:
- Então você tá detido também.
Aí foi minha vez de intervir:
- Mas meu Deus, o que foi que ele fez?
- BULLYING! Te chamando de quatro-olhos por vários anos durante a escola.
Oswaldo então se desesperou:
- Que isso seu policial! A gente é amigo de infância! Tem amigo que eu não perdi o contato até hoje. Vim aqui comprar umas carnes prum churrasco com outro camarada que pode confirmar tudo!
E nessa hora eu vi o Jairzinho Pé-de-Pato chegando perto da gente com 2 quilos de alcatra na mão. Eu já vendo o circo armado nem mencionei o Pé-de-Pato pra não piorar as coisas, mas ele sem entender nada ao ver o Oswaldo algemado já chegou falando:
- Que porra é essa Negão, que que tu aprontou aí?
E aí não teve jeito, foram os três parar na delegacia e hoje estamos respondendo processo por HOMOFOBIA, BULLYING e RACISMO.”

Nos dias de hoje é um perigo encontrar velhos amigos!
Atheus.net

Políticos encontrados envenenados

Na última segunda-feira  um grupo de políticos, entre eles senadores e deputados federais e estaduais, sofreram envenenamento após ingerir uma pequena dose de um medicamento – cujo nome não pode ser revelado devido estar em fase de investigação.

Os nomes dos políticos ainda não foram divulgados, mas sabe-se que todos encontram-se em estado grave e foram encaminhados para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo – SP.

Em nota, o Governo Federal informou que suspenderá a venda do medicamento na região de Brasília - local onde ocorreu o incidente - e, aos poucos, em todo o país.

À imprensa foi concedido o período de dois minutos para verificar o ambiente onde os deputados foram encontrados. Após uma rápida vasculhada pelo local, nossa equipe encontrou a caixa do possível medicamento, esquecida sobre uma mesa. Imagem abaixo:


Spoiler 
Imagem


Manifestantes protestaram contra as medidas adotadas pelo governo, exigindo que torne-se obrigatório o consumo do medicamento por políticos pelo menos uma vez ao ano, como recomendado na bula.
Atheus.net

"Estamos todos no mesmo barco, mas os coletes salva-vidas são apenas para alguns."

"Meu tio Manuel esperava o maná cair do céu. Morreu de fome."(Climério)

"Faz tempo, pouco me lembro. Mas quando criei o homem eu devia estar de pileque."(Deus)

Sem grana

"Basta!Não há mais dinheiro em caixa, chega de 'Deus lhe pague'. Mandem suas contas para o capeta."(Deus)

"Alguns sonhos até podem morrer, desde que novos sonhos nasçam."

"Não sou o Titanic, mas estou sempre afundando."(Climério)

Indignado

Estou indignado. Tantos enriquecendo em meu nome e eu aqui comendo pão com ovo.(Deus)

Memória afiada

Memória afiada

Foto
O senador Áureo Mello passava o Carnaval de 1994 no Rio de Janeiro, na casa da família do poeta J.G. de Araújo Jorge. Certo dia, foi surpreendido pela famosa foto, nos jornais, de Itamar Franco com a modelo Lílian Ramos, no Sambódromo. Ela vestia só uma camiseta, sem nada por baixo.
- Que papelão o Itamar fez na avenida... – comentou um amigo do senador.
Áureo Mello ajeitou os óculos, aproximou o jornal do rosto e pilheriou:
- Meu Deus! Se não me falha a memória, isto aí é a dita cuja.
O senador tinha boa memória.
CH

Seguidores

Arquivo do blog