sábado, 3 de março de 2012

Miniconto- O PAÍS DOS PIMENTÕES VERDES

Há muito tempo viviam felizes em seu país os pimentões verdes. Todos tinham suas funções e eram remunerados por elas. O estado era mínimo, não usurpava funções privadas e os tributos eram justos. Não havia espoliação por parte do estado. Os jovens pimentões estudavam e trabalhavam muito, pois queriam subir na escala social. Havia em seus corações muita esperança no futuro. Todos se esforçavam, pois sabiam que o sucesso ou o fracasso dependia de suas forças. Ansiavam por viajar, conhecer novas culturas, ter suas famílias vivendo com conforto e irmanados crescerem juntos. Eram amigos dos demais vegetais, como cereais e tubérculos. Todos tinham a oportunidade de melhorar de vida, era um país livre. Um dia apareceu um pimentão vermelho vindo da capital cubana; havia lido todos os livros do grande filósofo contemporâneo Fidel Raul Chávez Kim. Absorveu suas idéias e não leu mais nada até o fim de sua vida, além das bulas dos remédios que tomava. Vendeu para os pimentões uma idéia de que todos os pimentões logo seriam iguais. Não haveria mais pimentões pobres e remediados. Com o governo comunista dos pimentões vermelhos estaria abolida toda miséria do país. O povo verde desejando melhorar suas vidas acreditou nas promessas do líder Pimentão Vermelho. Vieram de outros países mais pimentões vermelhos para ajudar o chefe supremo. Todos iguais, que maravilha de vida, o paraíso na terra, pensaram os verdes. E a vida seguiu seu curso. Após alguns anos todos os pimentões ficaram realmente iguais. No lugar de alguns miseráveis, todos se tornaram pobretões e dependentes do governo, menos é claro, os pimentões vermelhos que estavam no comando. E quando os pimentões verdes pensaram em reclamar já não havia mais a quem. Todos os órgãos do estado estavam aparelhados pelo pimentões vermelhos. Denunciar colegas e vizinhos ao governo contava pontos. O único jornal estava com o governo, as poucas rádios e televisões também. Ainda hoje, passados mais de 50 anos, os pimentões verdes perdem a cor quando se lembram do passado livre.

JFK E MARILYN

Quem lê MARILYN E JKF de François Forestier fica sabendo quem foi na realidade John F. Kennedy. Até então eu tinha a imagem dele vendida pela imprensa de grande político, estadista e tal. Na verdade foi um político comum, galinha e portador de inúmeras doenças venéreas, levado à fama universal pela morte trágica. Baseado em entrevistas com figuras da época e fatos verídicos, o livro revela a paixão dele pela musa e desmistifica a aura de moço do presidente americano. Politicamente podemos compará-lo a Collor, rico e medíocre.
Já Marilyn...que galinhão! Para levá-la para cama bastava bater nas suas costa que a calcinha caía, quando havia calcinha. E fiquei pasmo ao saber que uma mulher tão linda e sedutora não era muito asseada na intimidade.

INSALUBRIDADE

Toda mulher casada com bebum deveria receber insalubridade por suportar o  bafo-de-onça do distinto. E o pior é que eles ainda querem sexo com beijinho. Arre!

"A minha mulher faz um feijão tão bom que até os carunchos ficam pra almoçar."

DESABAFO DO ANTIÁCIDO

"O corpo humano deveria ser mais perfeito. Só quem come é que tem má-digestão."

O poder engorda?

Ministro do Trabalho e da Previdência no governo João Goulart, Almino Afonso estava no cargo há apenas dois meses, mas já havia engordado. Ao encontrá-lo na Câmara, o deputado José Maria Alkmin não perdoou:
- Almino, pelo jeito o poder engorda mesmo. É só dar uma olhada em você.
- A tese é pelo menos discutível – respondeu Almino, irritado.
- Por quê?
- Você sempre esteve no poder ou perto dele e, mesmo assim, continua magro como um palito…
CH

Putin acha normal presidente se perpetuar no poder de um país

Esperar o que desse ex-agente da KGB? Pensamento democrático? Ele quer é mamar eternamente nas tetas das vacas russas.

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