sábado, 10 de março de 2012

“Que senso crítico terá um amante do BBB para escolher em quem irá votar?”

“O castigo cristão para os vegetarianos pecadores será passar a eternidade comendo brócolis.”

“A alface faz bem, a gente sabe. Mas não mintam às crianças dizendo que ela é gostosa.”

“Posso dizer que sou um medroso. Só entro em farmácia que não tenha balança.”

"O Suplicy é o Tiririca com formação universitária." (Guararapes)

Tempo quente em Juazeiro entre Cid e Dilma, a bruta

Dilma Rousseff tem horror de ser interrompida enquanto fala. Disso sabem bem os que a rodeiam — e deveriam saber todos que lidam com ela. No mês passado, durante uma visita a Juazeiro do Norte (CE), Cid Gomes se esqueceu dessa particularidade da presidente. Numa reunião em que estava também o colega Eduardo Campos, Cid cortou a fala de Dilma para reclamar a falta de verbas. Dedo em riste, uma irritada Dilma reagiu levantando o tom de voz. Cid não baixou a cabeça. Mandou um “não fale assim com um governador de estado” e deixou a sala no ato. Foi preciso que o bombeiro Eduardo Campos saísse da sala e convencesse Cid a voltar e selar a paz com a presidente Assim foi feito.
Por Lauro Jardim

Só o seu, o seu, o seu...


Hoje o Sanatório Geral está lotado

Do blog do Augusto Nunes

Cangaceiro compreen$ivo

“Não há uma reclamação concreta, de pedido de cargo, por exemplo. É uma coi$a mai$ genérica”.

Renan Calheiro$, $enador pelo PMDB de Alagoa$ e vice-líder da bancada do cangaço, esclarecendo que o acerto entre o governo e a ba$e alugada pode $er feito em dinheiro.


Sede de verbas

“Todo mundo ficou à míngua e o ano é eleitoral. Só os ministros do PT é que vinham anunciando obras”.

Henrique Alves, líder do PMDB na Câmara dos Deputados, em entrevista ao Estadão, ensinando que, em ano eleitoral, a aliança governista pode morrer de sede de verbas e empregos.


Olimpíada da Ladroagem

“O COI tem total confiança e reconhecimento por nosso trabalho”.

Sérgio Cabral, governador do Rio, depois da reunião no Planalto com representantes do Comitê Olímpico Internacional, caprichando na mesma lengalenga recitada pelos organizadores da Copa do Mundo antes do chute no traseiro desferido pelo secretário-geral da Fifa.


Doutor em política

“Os políticos tradicionais são de dois tipos: aqueles que procuram fugir de compromissos e aqueles que assumem e não cumprem”.

Fernando Haddad, candidato do PT à prefeitura de São Paulo, ensinando em dilmês eleitoral que os políticos tradicionais contrastam com os modernos, que também são de dois tipos: os que topam qualquer compromisso e aqueles que cumprem mas não assumem.

Rara sinceridade

Adhemar de Barros era governador de São Paulo e foi obrigado – por razões protocolares – a receber o então presidente do Senegal, Leopold Senghor, que visitava a cidade. Ele teve de acompanhar o dirigente africano em passeios intermináveis. No dia seguinte, ao chegar no aeroporto para a despedida, o governador disse a jornalistas, com estonteante sinceridade:
- Não sei o que ele veio fazer aqui. Comprar o quê? Assinar o quê? Nem sei onde fica o Senegal – disse, exagerando.
CH

Seguidores

Arquivo do blog