sábado, 1 de setembro de 2012

O CANIL

Antes de a presidenta Dilma Rousseff mandar construir um belo canil para seu cão labrador “Nego”, nos jardins do Palácio Alvorada, somente um outro governo viu algo parecido. Durante visita a Portugal antes da posse, no início dos anos 1960, o casal Eloá e Jânio Quadros ganhou uma cadela, e logo após se mudar para o Alvorada a primeira-dama mandou erguer um canil. Jânio somente soube da história certo dia, logo cedo. “Não quero ver o menor resquício disto quando voltar do trabalho!”, ordenou. E o canil sumiu, como lembra ainda hoje, com detalhes, o arquiteto Carlos Magalhães, que era do Departamento de Obras Complementares da Novacap, que construiu e demoliu o canil com rapidez estonteante.

“A cada semana o governo Dilma arruma uma nova cerimônia para enganar o povo. Governo sem idéias, vive de propaganda.”

Celso Arnaldo: O país que sabe os porquês um dia perguntará, em estado de choque: ‘Por que Dilma Rousseff, meu Deus?’

Nesta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff foi novamente internada no Sanatório Geral por não saber como e quando usar porque ou por que, como atesta o bilhete endereçado às ministras Izabella Teixeira e Ideli Salvatti. Ao examinar a prova do crime, o jornalista Celso Arnaldo Araújo constatou que o neurônio solitário não parou por aí. O comentário enviado à coluna pelo nosso implacável caçador de cretinices merece ser reproduzido aqui no Direto ao Ponto. (AN)   
A coisa é mais grave ─ com Dilma a coisa é sempre mais grave. Seria surpreendente se ela soubesse quando usar por que, porque, por quê e porquê. Ela diz “esse país” quando se refere ao Brasil.
Mas se o “por que” interrogativo ainda não pôde se queixar de ter sido fundido por Dilma depois de séculos de independência, acredito que a ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, possa estar “meia” chateada.
Ela não era mencionada há meses, em lugar nenhum, e, justo quando lembra dela, a Dilma dirige o bilhete desaforado a uma certa “Isabela”, dois erros num só nome?
É por isso que digo: Dilma ainda vai nos surpreender muito. Minto: a nós, não. Ao país que sabe os porquês ─ e que um dia perguntará, em estado de choque: “Por que Dilma, meu Deus? Por quê?”
Ps: como se vê na reprodução acima do bilhete, vale uma pequena correção no texto aqui transcrito: ao final, não há interrogação depois de Código Florestal, mas uma vírgula e então “e eu não sei de nada?”
Fica mais gerentona, mais Dilma.
Augusto Nunes

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É bom mesmo ir pensando em se aposentar. Com essa mania de ser o centro de tudo está perdendo mais uma eleição. Deve agora cuidar dos cabelos e descansar.

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