segunda-feira, 10 de setembro de 2012

“Não choro por qualquer defunto. Se foi gente boa, lágrimas sentidas e verdadeiras. Se foi um traste, não choro e ainda conto piadas no velório.” (Limão)

“O comércio vende ilusões em 24 vezes sem juros e o povo acredita.” (Limão)

“Quando o professor perguntou quem é o presidente da Romênia eu não vacilei: Conde Drácula. Zero!” (Limão)

“Quando eu entrei na universidade fui considerado um dos piores alunos. E continuo sendo...” (Limão)

“Não chore por mim Argentina. Chore sim pela lástima de ter Cristina Kirchner como presidente.” (Climério)

“O povo deveria freqüentar mais bibliotecas e menos igrejas.” (Mim)

“Não abandones as tuas ilusões. Continue pensando que o Luiz Inácio não mente.” (Climério)

“Poupo água, poupo energia, não desperdiço alimentos, reciclo o lixo e não faço mais filhos. Aí está minha contribuição ao planeta.” (Mim)

“Só a camisinha salva o planeta.” (Mim)

“Campanha do Agasalho não basta. É preciso agasalhar o biscoito. Para cada pobre um lote de mil camisinhas e junto um manual de instruções.”(Mim)

“Nunca na história deste país tivemos tantos cegos por livre vontade.” (Mim)

“País de pobres sempre tem políticos ricos.” (Filosofeno)

GOZETA DE NOTÍCIAS- Insetos picam Lula, e Dilma, indignada, lança campanha nacional contra pernilongos e muriçocas

“Os tolos caminham para o abismo e ainda pedem um empurrãozinho.” (Pafúncio)

GOZETA DE NOTÍCIAS- Mano Menezes não quer ouvir mais vaias nos jogos da seleção. Agora irá aos jogos de tampão nos ouvidos

“Quando partir quero ter o meu patrimônio numa caixa de sapatos, mas para carregar o meu conhecimento que sejam necessários muitos caminhões.” (Filosofeno, o filósofo que dorme no capim)

“Não importa cair, importa é cair no macio.” (Filosofeno, o filósofo que dorme no capim)

Morre cão real que participou de abertura das Olimpíadas

Vai ver foi a emoção que matou o bichinho. Ou o perfume da rainha.

Engatou a ré? Investimentos públicos recuam no governo Dilma Rousseff

Sinceridade demais atrapalha

Na campanha presidencial de 1989, o dono da Gradiente, Eugênio Staub, promoveu um encontro entre Mário Covas e empresários da Zona Fanca de Manaus. Covas estava animado com a repercussão do discurso sobre “choque de capitalismo”, redigido por Jorge Serpa a pedido de Roberto Marinho. A certa altura, Covas pregou “profundas mudanças” na legislação da Zona Franca, tudo o que os empresários não desejavam ouvir. José Serra, que acompanhava o candidato tucano, cutucou Mário Covas:
- Não dá para ganhar eleição com tanta sinceridade...
Covas abandonou o tema, mas perdeu a eleição mesmo assim.
CH

A charge do Amarildo

Do blog do Noblat

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