domingo, 21 de outubro de 2012

Miniconto- FALHOU

FALHOU
O esquisitóide violento entrou no quadrado de madeira de arma em punho. Na cama viu um bípede peludo dançando ritmado sobre sua fêmea que suspirava alto. Tentou disparar os projéteis por seis vezes e nada. Falhas repetidas.  Irado, tentou contra sua própria cabeça, aí então funcionou e ele caiu morto. Os amantes ainda na cama marcaram a data de casamento.

“Para dourar o espetacular governo Dilmista só falta agora agente secreto usar crachá.” (Pafúncio)

“Um presente útil para petistas? Óculos de grau e espelhos.” (Mim)

“Em lagoa que tem piranha eu não entro.” (Pafúncio)

“Nunca fui um bom dançarino, é verdade. Nos bailes fui o beiço doce das meninotas e balzaquianas.” (Climério)

“Comigo não tem peleia. Gasto os beiços nas lindas e também nas feias.” (Climério)

“Admiro o Chico Melancia. Adora tomar injeção no músculo e não perde o bom humor nem quando bate o dedão da unha encravada.” (Mim)

“Não sou o dono da verdade, mas tenho algumas ações.” (Mim)

"Sou bem maduro, mas não tenho bicho."(Climério)

Sanatório Geral, Augusto Nunes


20/10/2012
 às 22:05 \ Sanatório Geral

Dilmês de cabaré

“A sociedade paulistana na hora que recebe o influxo neoliberal é como a mão e a luva, a sopa no mel. São Paulo é protofascista”.

Marilena Chaui, professora de Filosofia da USP, com doutorado em dilmês de cabaré, e forte candidata a uma camisa de força.
20/10/2012
 às 18:01 \ Sanatório Geral

Celso Arnaldo x Dilma

“Salvador não pode ter um governinho”

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo ontem em Salvador, no instantaneamente antológico comício pró-Nelson Pelegrino, no bairro de Cajazeiras (ou Cazajeiras, como ela repetiu quatro vezes) — provando que, além de deformar sistematicamente as palavras da língua portuguesa já consagradas pelo uso, o dilmês, idioma de uma única usuária, tem a incrível capacidade de formar neologismos que jamais foram imaginados por nenhuma outra mente humana. (Ou o “governinho” seria uma vingançazinha subliminar, do “governo que não discrimina”
20/10/2012
 às 16:38 \ Sanatório Geral

O truque do codinome

“Eu mesmo não quis um terceiro mandato. Porque, se o tivesse, teria querido um quarto mandato e depois um quinto. Então, se quero para mim, é querer para todos”.

Lula, em entrevista ao jornal argentino La Nación, confessando que resolveu adotar o codinome “Dilma Rousseff” para sair do Palácio do Planalto sem deixar a presidência.
20/10/2012
 às 10:23 \ Sanatório Geral

Perdas e ganhos

“A América do Sul ganhou muito com Hugo Chávez”.

Lula, consolando os venezuelanos com a lembrança de que só eles perderam.
20/10/2012
 às 6:23 \ Sanatório Geral

Dilmês de tribunal

“Há claramente um excesso de imputação contra os réus. Imputou-se a alguns réus uma série de crimes, alguns dos quais talvez pudessem ser dispensados, ou talvez não estivessem ou não estejam efetivamente caracterizados com aquela precisão técnica que se exige de uma denúncia”.

Ricardo Lewandowski, tentando explicar em dilmês de tribunal por que decidiu promover todos os culpados a inocentes.


O DELEGADO PROFESSOR

O delegado professor


Tancredo Neves, recém-formado, foi para São João Del Rey exercer a promotoria. Com aquela conversa que o levaria ao poder anos mais tarde, foi chegando e arranjando namorada. Mal sabia que o delegado havia proibido namoro nas praças, por isso ele se misturou aos muitos casais que ocupavam um dos jardins públicos da cidade. A polícia chegou de repente e expulsou todo mundo.Tancredo se preparava para protestar contra a violência quando foi notado pelo delegado. Rápido no gatilho, o policial mostrou que tinha muito a ensinar a Tancredo:
- Doutor, botei esse pessoal para fora para deixar o senhor à vontade...

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