quinta-feira, 1 de novembro de 2012

“A sorte não agracia fulano ou beltrano por merecimento. A sorte cavalga no vento e sem escolha cai às vezes no colo de um imprestável.” (Filosofeno)

Se o dicionário é o pai dos burros, a internet é a mãe?

Temer, Calheiros e Sarney vão se encontrar com Dilma para reafirmar apoio

Os três reis magos que representam o pior do nosso país. Que bela companhia!

Com Haddad fora, aliados preparam pedidos de cargos

Comprem mais cadeiras para acomodar todos os chupins!

Vestido de noiva de Amy Winehouse é roubado

Com certeza não foi uma noiva em busca da graça do casamento que se fez ladra. Ou foi?

"Maluf corre o risco de ser preso se sair do país. Genoino, se ficar". (Carlos Brickmann, jornalista)

Perguntar não é ofensa: Mercadante consultará Haddad sobre como fazer um ENEM sem furos?

Miss Tragédia


A modelo Nana Gouvêa mostrou a essência do ditado que diz que por trás de cada tragédia há sempre uma nova oportunidade. Em temporada em Nova York, Nana, ex-titular da Banheira do Gugu e musa carnavalesca, postou no Twitter fotos em que aparece em pose sensual ao lado de cenas do estrago provocado pela passagem da tempestade Sandy pela costa leste dos Estados Unidos. Ela sensualizou junto a árvores caídas e ruas interditadas. Os fãs resolveram ampliar o talento da modelo para miss catástofre e criaram o site "Nana Gouvêa em Desastres". A tragédia matou cerca de 50 pessoas. 
Graças a programas de manipulação de imagens, Nana aparece com olhar sensual em outros momentos críticos. Ela está no acidente que matou o piloto Ayrton Senna, em 1994, na Guerra do Vietnã, no naufrágio do Titanic e até no momento em que o Corinthians foi rebaixado para a segunda divisão. 
Ela também aparece, içada por balões coloridos, no momento em que o avião pilotado por terroristas atinge as Torres Gêmeas, em Nova York, em 2001, 
Veja

CORREIO DO POLVO- Marco Maia ataca de caçador e quer cortar o bico do Falcão na presidência do PT

JEAN MESLIER (1664-1729)

Janer Cristaldo
Em 1729, morreu em Étrépigny, França, o abade Jean Meslier, com a idade de 65 anos. Ao morrer, após mais de quarenta anos à frente de sua paróquia, resolveu dizer o que pensava do cristianismo em um gordo livro, singelamente intituladoMémoire dés pensées et dés sentiments de Jean Meslier, prêtre, curé d'Étrépigny et de Balaives, sur une partie des erreurs et des abus de la conduite et du gouvernement des hommes où l'on voit des démonstrations claires et évidentes de la vanité et de la fausseté de toutes les divinités et de toutes les religions du monde pour être adressé à ses paroissiens aprés sa mort, et pour leur servir de témoignage de vérité à eux, et à tous leurs semblables. 

Meslier, que vivera uma pacata vida de cura de aldeia, uma vez morto se sente livre para expressar o que sempre pensara. E solta o verbo: 

- De onde tiramos que um Deus que seria essencialmente imutável e imóvel por sua natureza poderia no entanto mover algum corpo? De onde tiramos que um ser que não teria nenhuma extensão nem parte alguma seria no entanto imenso, e mesmo infinitamente esparso por toda a parte? De onde tiramos que um ser que não teria cabeça nem cérebro seria no entanto infinitamente sábio e esclarecido? De onde tiramos que um ser que não teria nenhuma qualidade nem nenhuma perfeição sensíveis seria no entanto infinitamente bom, infinitamente amável e infinitamente perfeito? De onde tiramos que um ser que não teria nem braços nem pernas e que sequer seria capaz de mover-se seria no entanto todo-poderoso e faria verdadeiramente todas as coisas? Quem teve a experiência disto? 

- Depois disso, que pensem, que julguem, que digam e que façam tudo o que quiserem no mundo, pouco estou me preocupando; que os homens se ajeitem e governem como eles quiserem, que sejam sensatos ou sejam loucos, que sejam bons ou que sejam maus, que digam ou que mesmo façam o que quiserem depois de minha morte; não me preocupo; eu já quase não faço parte do que se faz no mundo; os mortos com os quais estou prestes a juntar-me não se incomodam mais com nada, não se intrometem mais em nada, e não se preocupam mais com nada. Terminarei então isto pelo nada, também sou pouco mais que nada, e em breve não serei nada. 

“Sei pronunciar otorrilaringologista. Já posso ser ministro.” (Climério)

“Não importa quanta vezes você cair. Importa é cair no macio.” (Mim)

“Estamos vivendo a era da corrupção justificada.” (Filosofeno)

Encarando o provocador

Jânio Quadros fazia campanha para o governo paulista, em 1982, quando um mendigo, com toco de cigarro pendurado na boca, gritou:
- Fujão! Fujão! Fujão!
Jânio ignorou o homem, enquanto seus assessores tentavam silenciá-lo. Mas ao descer do palanque, ele se viu frente a frente com o mendigo, que, claro, gritava a plenos pulmões: “Fujaããão!”
Jânio olhou-o fixamente e se dirigiu a ele, resoluto. Todos temiam que o ex-presidente, aos 65 anos, decidira esmurrar o homem, que se calou de repente e ficou paralisado de medo. Jânio levantou o braço sobre um segurança e, num golpe rápido, ao invés do soco, retirou o toco de cigarro dos lábios provocadores, colocou-o na própria boca e foi embora.
O mendigo permaneceu inerte. E emocionado.

In dubio pro

Professor de matemática, Delúbio Soares continua brigando com as letras no Twitter: o condenado no mensalão reproduziu assim uma notícia: “Os tucanos de SP não garante segurança a população.”(sic).
CH

Ele se acha

Nas ruas de Brasília, Celso Amorim (Defesa) tem o carro escoltado por outro, de segurança, bloqueando a todos que tentem ultrapassar sua excelência, mesmo nas seis pistas na Esplanada dos Ministérios. Não por acaso, os próprios colegas chamam Amorim de “megalonanico”.
CH

Feiuras ou gostosuras?

Faltou “assessoria de imagem” na Petrobras, escalando a presidenta Graça Foster para palestra a mulheres na véspera do Dia das Bruxas.
CH

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