domingo, 9 de dezembro de 2012

Insolência procedente


Jânio Quadros visitava o Recife e papeava informalmente com aliados quando um repórter passou a fazer-lhe perguntas impertinentes. Jânio manteve a fleuma até ser indagado sobre um célebre jantar, em seu tempo de governador de São Paulo, quando, sob a mesa, teria tocado o tornozelo de uma senhora. Era mulher de ilustre chefe militar, que depois se vingaria incluindo-o na lista de políticos a serem cassados.
- O senhor é muito insolente! – gritou Jânio ao repórter, levantando-se.
Diante do súbito silêncio dos presentes, ruborizado, como se estivesse prestes a explodir de indignação, entregou-se solene e teatralmente:
- Há homens burros e mulheres feias, meu caro, mas aquele era um casal perfeito!

“Ainda sou um nada em preto e branco. Faltam-me tintas.” (Mim)

“Ando tomando sopa de pedras para não vender meus princípios.” (Limão)

“Minha perseguida, minha vida. Foi ela que enfeitiçou o meu humano sustentáculo.”(Eulália)

Vote consciente ou faça como muitos: Morra de raiva!

A charge do Amarildo


“Mulher: Se você tem um marido cachorro faça ele latir na base da chibata. E o coloque para dormir na casinha.” (Eulália)

Perguntar não é ofensa: Dá para confiar mesmo nessa gente colocada nos chamados “cargos de confiança”?

“Se você não tem presentes para abrir, abra então um sorriso e espalhe alegria.” (Mim)

“Tive mãe, mas fui adotado por uma vaca.” (Climério)

“Tão bom quanto dormir é acordar.” (Filosofeno, o filósofo que dorme sobre o capim)

Assim fica feio: Diploma universitário na parede e falando ‘a nível de Brasil’.

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