terça-feira, 5 de março de 2013

“Papa Lula? Com certeza aumentaria e muito no mundo o número de católicos. Para arregimentar fiéis seria criado o programa Bolsa-Católico.” (Climério)

Nasce o museu da CBF

O primeiro empalhado será o Marin?

Novidade automobilística

Com tantos asnos ao volante, a GM deverá trazer no seu próximo lançamento uma grande novidade para seus clientes: um compartimento porta-milho logo abaixo do porta-luvas. 

Governo-Anúncio diz: Dilma diz que Nordeste foi 'esquecido'

É que faz pouco que nós compramos o nordeste dos holandeses. Ontem. Mas agora vai.

CORREIO DA FOICE- Pyongyang ameaça anular acordo que encerrou Guerra da Coreia

Empilhados os dirigentes norte-coreanos teremos uma montanha de merda comunista. Essas nulidades dependem da ajudar externa(inclusive dos EUA) para alimentar seu povo e só falam em armas e guerra.
Raça de inúteis!

“O PT no poder é fonte inesgotável de matéria que fede.” (Al Zen Aimer)

“Como de tudo moderadamente. Mas o torresmo prensado me mata.” (Limão)

“Não vomite animal! Meu prazer é comer buchada com queijo ralado e pão quentinho.” (Limão)

“O sabor da alface é indescritível. Posso dizer que o nada com coisa nenhuma.” (Limão)

“Brócolis não. Só é feliz quem toma sorvete.” (Limão)

A GAZETA DOS AMIGOS: Empresário ligado aos Kirchner compra 5 emissoras de rádio e 1 de TV

A BROSTA- Estado de Chávez sofre piora após 'nova e severa infecção'

Após estar morto ainda tem o que piorar?

Bornal, eleitor decisivo

Eleito para o governo de Minas, em 1946, Milton Campos enfrentou um quadro muito comum a governadores recém-eleitos: sua maioria na Assembléia Legislativa era precária: um voto. Repórter iniciante, José Aparecido de Oliveira perguntou ao governista Virgílio de Melo Franco:
- Como vai ser a eleição para presidente da Assembléia?
Melo Franco respirou fundo e ensinou:
- Meu filho, essa gente não resiste ao cheiro do bornal...
Abrindo ou não o bornal, o governo ganhou a disputa. Por um voto.

Bobo da Corte

Com mais da metade da população endividada, o ministro Guido Mantega (Fazenda) sacou o manual do otimismo, dizendo que “a crise não bateu na porta da família brasileira”. De fato: entrou sem bater.
CH

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