quinta-feira, 25 de julho de 2013

“O tempo traz com ele experiência, rugas e pés de galinha.” (Eulália)

“Quando cheguei ao fundo do poço procurei por amigos e só encontrei barro.” (Climério)

“Que não se importem comigo tudo bem. Mas me poupem das pedras.” (Climério)

“Feliz do ser que tem dúvidas.”(Mim)

“Sou imperfeito. Mas será que preciso ser tão imperfeito assim?” (Climério)

“Eu não sou onipotente. Eu sou é impotente.” (Deus)

“Minha avó era quase santa. Ela não latia e não mordia.” (Bilu Cão)

“É desanimador! Paquero uma Chihuahua e a primeira coisa que ela me pede é se tenho pulgas. Pobre sim, mas sou limpinho.” (Bilu Cão)

“Eu acredito em reencarnação. Na próxima vida espero ser um poodle.” (Bilu Cão)

NOSSO TEMPO

A mulher entrou na garagem e dentro dela encontrou um homem estranho nu. Perguntou assustada:
 “Assaltante?”
Respondeu ele: “Não. Assaltado!”

OREM IRMÃOS

“Irmãos de fé, caros contadores de numerário e afins. Peço neste domingo orações para o grande irmão Diretor de Marketing da nossa igreja, ele que só fez aumentar as nossas receitas. Estamos preocupados, muitos não querem mais acreditar nele. Rezem irmãos, rezem sem parar para que todos temam o nosso Doutor Lúcifer. Ele sempre será a salvação dos nossos bolsos.”


Helldir Macedo

“Neste Brasil maravilhoso tem-se a impressão de que os marginais se reproduzem como ratos. Será o ambiente propício que anima os roedores?” (Mim)

VÍCIO

No café da manhã o filho de sete anos de um conhecido deputado federal pergunta ao pai:
“Pai, o que vem a ser um político incorruptível?”

“Meu filho, assim é chamado o político que tem o vício de não roubar.”

“Já fui puro e duro. Continuo apenas duro.” (Climério)

“O pior companheiro na cama é o remorso.” (Filosofeno)

“O que vem de cima é o que me preocupa.”(Condenado no cadafalso olhando pra guilhotina)

“De tanto levar rasteiras já estou pensando em pernas com molas.”(Mim)

“Ai, ai. Acaba o mundo e não acabam minhas dívidas.” (Climério)

“Pessoas como Lula, por exemplo, não tem outro por dentro. Mas têm duas línguas: uma para dizer bobagens e outra para confirmá-las.” (Al Zen Aimer)

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