sábado, 16 de novembro de 2013

“Venho de uma família de nobres, mas infelizmente decaímos. Hoje temos que comer até mesmo comunistas, petistas e outras porcariazinhas.” (Will Verme)

“Tive uma infância feliz. Nasci e cresci num cemitério muito arborizado.” (Will Verme)

“Antes na fila dos idosos que hospedado eternamente no Jardim do Éden.” (Mim)

O Paulo Henrique Amorim não tem mesmo vergonha na cara. Meteu o pau no Ministro Joaquim Barbosa pela prisão dos mensaleiros no feriado. Não que ele não possa fazer isto, mas fica feio tal ataque quando sua página tem o patrocínio da Caixa e do Banco do Brasil. Que diabo de jornalismo isento é este?

“Não gosto delas, mas tenho que admitir que algumas hienas são realmente espertas, tanto que criaram uma igreja.” (Leão Bob)

“Minha mãe diz que não devemos comer franceses sem antes lavá-los bem.” (Leão Bob)

“Meu mundo caiu. Descobri hoje que ainda tenho pulgas.” (Bilu Cão)

“Bons conselhos eu repasso, os maus guardo para uso próprio.” (Climério)

“De tanto levar rasteiras já estou pensando em pernas com molas.”(Mim)

“O melhor amigo do homem é o cachorro-quente.” (Fofucho)

“A felicidade é um troféu que muda de mãos.” (Filosofeno)

“Rezem menos. Preciso descansar meus ouvidos.” (Deus)

“Penso que a vontade é superior a inteligência. Um exemplo disso são médicos, engenheiros e outros bons profissionais que bebem como gambás, além de fumantes inveterados.” (Pócrates)

“Não adianta dar voltas. Um dia a verdade chega para cobrar a conta.” (Filosofeno)

“Se que o paraíso é aqui, quero passar minhas férias no inferno.” (Pócrates)

“Povo ignorante analisa o governo com a mão no bolso. Está bom para mim, tudo legal. Não pensa na conta que virá amanhã.” (Limão)

“Governo que abusa de propaganda faz pouco. Mas trouxa engole.” (Limão)

UMAS & OUTRAS

Dois velhos.
“Ainda votas”
“Voto.”
“Não estás decepcionado com os políticos?
“Estou. Mas minha teimosia é ainda maior.”


“Que tal o governo Dilma?”
“Prefiro não comentar...”


“E o Eduardo Campos?”
“Mais um socialista.”
“E o Aécio?”
“Fraco. Também meio-esquerda.”
“Então quem?”
“Não daria para trocar a Dilma e Lula pela Ângela Merkel?”


“Estamos precisando de um choque?
“Na economia?”
“Não! De vergonha na cara!”

“Viu só? O Lula apoiando o Maduro?”
“Depois de tudo o que sabemos de Lula, seu apoio é crédito ou débito?”

Doença que acomete muitos dos beneficiário do programa Bolsa –Família: SSCB, ou seja, SÍNDROME DO SOFÁ COLA BUNDA.

“Preciso melhorar. Não desejo morrer com tantos defeitos. Mas tem coisa que está enraizada. Diacho!” (Climério)

“A única coisa que ainda consigo carregar nas costas é uma verruga.” (Nono Ambrósio)

“Nunca tive o prazer de ser amarrado com linguiça.” (Bilu Cão)

“Durmo dentro de um caixão para ver se perco o medo da morte. O que tenho conseguido até agora é espantar visitas.” (Climério)

CARTA AO COVEIRO

 Caro Senhor Coveiro:
Sou um esqueleto que descansa há muito no cemitério desta Graça Maior. Não quero mais ficar aqui, cansei desta vida solitária, desejo sair correndo por aí para sentir novamente o ar puro; ouvir o murmúrio das ruas; o perfume das mulheres; o cantar dos pássaros e ver a chuva fresca caindo do céu. Antes de ser monte de ossos dei duro na vida para conseguir minhas coisas, só eu sei. Fiquei sabendo que a moleza está grande aí fora, tem um tal bolsa-família que anda sustentando milhões de bocas necessitadas e outros milhões de vadios. Já consegui liberação de São Pedro para voltar ao mundo dos vivos, mas antes preciso de uma bolsa assim, para ficar numa boa. Sou 743 do Setor F.
Meu nome é Setembrino Gomes, 17/02/1939. Peço que fale com o prefeito e dê uma força para este amigo oculto de tantos anos.

Grato.

“O agnóstico é um ateu cagão.” (Jô Soares)

“A fama traz consigo milhões de olhos. Enquanto ela estiver contigo eles estarão vigilantes. É o preço a pagar.” (Filosofeno)

“Não saio de casa sem um antiácido. Tem uns corpinhos por aí que não são fáceis de encarar. Repugnantes!” (Will Verme)

“As religiões não passam de clubes de mentirosos e hipócritas.” (Mim)

“Quando o assunto é besteira, robusta e incomparável besteira, devemos prestar reverência a grande campeã de falsas promessas e afirmações exageradas, a religião!” (George Carlin)

“Demorei trinta anos para me tornar ateu. Foi uma formatura difícil e demorada. Limpar o cérebro das anacrônicas raízes religiosas não foi nada fácil.” (Mim)

“Fui ensinado assim: ao tomar um tapa dar o outro lado da face ao inimigo. Pois digo que apanhei até na bunda.” (Limão)

“Caminho só. Basta um ignorante na estrada.” (Limão)

“Minha cabeça é ótima. O que me atrapalha são os chifres.” (Climério)

“Minha mãe teve uma vizinha que dizia que nós, os filhos, éramos feios, mas nossas mulheres eram lindas. Verdade. Só que quem fez esse comentário era daquelas feias de assustar até crente depois do culto.” (Climério)

“Morrer emagrece. Mas é um regime radical.” (Mim)

Estudo: 50% das mulheres acordam de mau humor ao sonhar com marido

Pelo que fiquei sabendo as demais não só acordam de mau-humor como também pensam em suicídio. Arre!

“Depois de estar morto que importa se lembrarão de mim?” (Pratão)

“Com amante posta no serviço público, pinto de graúdo não cria limo.” (Climério)

“Melhores que eu? Bilhões. Piores? Bem poucos.” (Mim)

“Penso em sexo 20 horas por dia. Gostaria muito de lembrar o que é.” (Pócrates)

“Até que o sol não volte a brilhar acendamos velas. Se não tivermos velas que nos conformemos com a escuridão.” (Pafúncio)

“Como nenhum homem era bom o suficiente para minha irmã ela decidiu ser esposa de Cristo. E não é que agora coloca chifre no homem?” (Climério)

“A cremação deveria ser algo obrigatório. Por que intoxicar os bichinhos com certas carnes?” (Mim)

Mestre Yoki, o breve

“Mestre, o senhor acredita em reencarnação?”
“Nem morto.”

“Minha irmã é tão galinha que só falta pôr ovos.” (Climério)

“Não inventei Deus, mas recebo os royalties.” (Helldir Macedo)

“Sou um tosador. Tosador de otários.” (Helldir Macedo)

“A ira é a mãe da desgraça.” (Eriatlov)

PERGUNTAR NÃO É OFENSA: Você também teria orgulho de ser corrupto?

MINHA CELA,MINHA VIDA- Sugestão para um novo filme do Abreu, o comum.

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